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Classificação de Risco Salva Vidas

  • Mirian Susana Basso Lehmann, Gerente UPA CANUDOS, orienta os usuários sobre a importância da classificação
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Um sistema prático que pode economizar tempo e, acima de tudo, salvar vidas. É assim que os profissionais da saúde em Novo Hamburgo trabalham, atendendo por meio de uma ordem de prioridades. Esses critérios são definidos no acolhimento aos pacientes usando as chamadas classificações de risco. Para esclarecer esse sistema à população, a Prefeitura, por meio da Secretaria da Saúde (SMS) e Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH), lançou uma campanha que apresenta a ordem de atendimento por cores. Desta forma, os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) são classificados do nível emergência (vermelho) ao não urgente (azul).Materiais informativos como cartazes e panfletos já são distribuídos nos pontos de atendimento de urgência e emergência do Município: a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas Canudos, o Pronto Atendimento (PA) do Centro e o Hospital Municipal. Nos informes, está descrito que tipo de situação se encaixa em cada critério da classificação de risco conforme as cores vermelha, amarela, verde e azul. Conforme o prefeito Luis Lauermann, este é um sistema seguido em todo o mundo. “É uma forma de organização essencial para que as pessoas tenham o conhecimento de como e quando devem procurar as unidades de acordo com a sua condição de saúde”, descreve. Para o secretário Municipal da Saúde, Luís Carlos Bolzan, o sistema garante segurança para todos os usuários. “Após passar por uma triagem, o sistema atende os pacientes que se encontram em situação mais grave prioritariamente em relação aos outros, garantindo segurança e salvando vidas”, explica.A classificação de risco adotada em Novo Hamburgo é uma linguagem internacional, sendo utilizada em todos os países. Além de priorizar o atendimento de urgência, incentiva as pessoas a procurarem atendimento na Rede Básica de Saúde do Município nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Saúde da Família (USFs) quando os casos não são de alto risco, evitando filas, e por vezes, longas esperas. “Isso auxilia para que as pessoas tenham uma disciplina de cuidados com a saúde, evitando que procurem os serviços de urgências sem antes consultar nas unidades de atenção básica”, completa Bolzan.

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